Aprenda Gramática do Português

A gramática do português é muito mais do que um conjunto de regras — é a base que dá vida a esse idioma tão acolhedor e expressivo. Dos finais dos verbos ao ritmo das frases, cada parte do sistema ajuda você a soar natural e confiante. E com a Promova, aprender essas regras fica simples, prático e até divertido.

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Nossas lições de gramática básica do português são pensadas para o dia a dia. Você vai aprender a falar sobre sua rotina, descrever coisas e expressar sentimentos, tudo enquanto constrói uma base sólida de como o português europeu funciona.

O que é a gramática do português?

O português é uma língua românica, assim como o espanhol e o francês, o que significa que usa padrões de concordânciaconjugação. Todo substantivo tem um gênero (masculino ou feminino), e os adjetivos precisam combinar com ele. Os verbos mudam de final conforme quem está falando (eu falo, tu falas, ele fala) e o tempo a que você se refere (falavafalarei).

No português europeu, pronomes como "tu" são mais comuns do que "você", e os pronomes oblíquos geralmente aparecem depois do verbo, ligados por hífen — por exemplo, ajuda-meviu-oencontrar-te-ei.

A ordem das palavras normalmente é Sujeito–Verbo–Objeto, mas pode mudar para dar ênfase: Hoje estudo português (Hoje eu estudo português). Quando você entende a estrutura, percebe que a gramática não é o bicho de sete cabeças, mas sim a ferramenta que faz tudo se conectar.

A gramática do português ajuda você a:

Entender como formar frases corretas sem precisar decorar tabelas infinitas.

Usar verbos de forma natural em conversas e histórias.

Reconhecer padrões, para que a gramática fique natural, não forçada.

Falar e escrever em português com confiança desde o primeiro dia.

Aproveitar lições que conectam gramática à comunicação real, não só à teoria.

Guia de Referência da Gramática do Português

Aprenda as regras básicas da gramática do português com este guia rápido:

Descubra a estrutura da gramática do português com este guia claro e direto. Cada palavra em português pertence a uma categoria gramatical, e cada categoria segue suas próprias regras de uso na frase.

Os substantivos nomeiam pessoas (Maria), objetos (livro), lugares (Lisboa) ou ideias (liberdade). Todo substantivo tem gênero (masculino ou feminino) e número (singular ou plural). Eles também determinam a concordância de artigos e adjetivos.

Os verbos expressam ação, estado ou ocorrência e são bastante flexionados, mudando de forma conforme a pessoa, o tempo e o modo. Podem aparecer nos modos indicativo (fatos), subjuntivo (dúvida ou emoção), imperativo (ordens) e infinitivo (ações gerais). O português europeu usa bastante o infinitivo pessoal e o futuro do subjuntivo.

Adjetivos descrevem os substantivos e precisam concordar com eles em gênero e número. Normalmente vêm depois do substantivo, mas podem aparecer antes para dar ênfase ou estilo: "bela cidade".

Advérbios modificam verbos, adjetivos ou outros advérbios, indicando como, quando, onde ou em que grau algo acontece. Não mudam de forma, e muitos são formados com o sufixo -mente no feminino (rápida → rapidamente).

Pronomes substituem substantivos para evitar repetições e concordam em gênero e número. Podem ser: pessoais, reflexivos, relativos, possessivos e demonstrativos. No português europeu, pronomes geralmente aparecem depois do verbo, ligados por hífen: ajuda-me! (me ajuda!)

Preposições mostram relações entre palavras, indicando direção, tempo, causa ou posse. Algumas se combinam com artigos formando contrações: de + o = doem + a = na. Exemplo: Estou em casa. (Estou em casa.)

Conjunções ligam palavras ou orações. Incluem as coordenativas, como e (e), mas (mas), ou (ou) e as subordinativas, como porque (porque), quando (quando) e se (se).

Interjeições expressam emoções ou reações espontâneas. Costumam aparecer sozinhas e são muito comuns na fala.

Artigos introduzem substantivos e mostram se são específicos ou gerais. Os definidos o, a, os,as significam "o/a/os/as", enquanto os indefinidos um, uma, uns,umas significam "um/uma/uns/umas". Sempre concordam em gênero e número com o substantivo.

Determinantes funcionam como artigos, mas trazem precisão ou quantidade. Incluem demonstrativos, possessivos (meu, seu), quantificadores (muito, pouco) e indefinidos (algum, nenhum). Vêm antes do substantivo e, como os artigos, afetam a concordância dos adjetivos.

Os numerais indicam quantidade (dois livros), ordem (primeiro lugar) ou repetição (duas vezes). Podem funcionar como adjetivos, substantivos ou advérbios, dependendo do contexto.

Partículas são palavras pequenas que dão ênfase, emoção ou sentido sutil, muito usadas na fala. Exemplos comuns no português europeu: "lá", "cá", "bem" e "é que". Elas ajudam a dar tom e foco à frase.

No português, as frases são grupos de palavras que expressam ideias completas. Toda frase precisa ter pelo menos um sujeito (explícito ou implícito) e um verbo. O português tem uma ordem de palavras mais flexível que o inglês, mas certos padrões e estruturas garantem clareza e ênfase.

No português, a ordem padrão é Sujeito–Verbo–Objeto (SVO). Mas essa ordem pode mudar para dar ênfase ou ritmo, principalmente na fala ou em textos literários. Mesmo quando a ordem muda, a conjugação verbal e o contexto deixam o sentido claro. No português europeu, essa flexibilidade é usada para dar estilo.

Uma oração é um grupo de palavras em torno de um verbo conjugado. Orações principais podem ficar sozinhas, enquanto as subordinadas dependem de uma principal. Toda frase completa em português tem pelo menos uma oração principal, mas pode ter subordinadas para dar detalhes ou complexidade.

As frases em português têm diferentes funções. Declarativas afirmam, interrogativas fazem perguntas, imperativas dão ordens e exclamativas expressam emoções. O português europeu costuma usar entonações de pergunta diferentes do brasileiro; a entonação é mais suave e sutil. Cada tipo transmite uma intenção ou tom diferente.

A estrutura da frase em português depende de como as orações se relacionam. Frases simples têm uma oração, compostas têm duas ou mais principais ligadas por conjunção, e complexas combinam uma principal com subordinadas.

O discurso indireto relata o que alguém disse sem citar exatamente. Por exemplo, no direto: Ela disse: "Eu vou viajar", e no indireto: Ela disse que ia viajar. No português europeu, o discurso indireto costuma usar o pretérito imperfeito, principalmente em contextos formais.

No português, os verbos precisam concordar com o sujeito em pessoa e número. Essa regra é constante e ajuda a deixar claro quem faz a ação.

Conjunções e advérbios de ligação conectam ideias de forma fluida. Exemplo: "Estudei muito, por isso passei no exame". Outros conectores comuns no português europeu são "assim", "logo" e "portanto", muito usados em textos formais.

A pontuação do português é parecida com a do inglês: ponto (.), vírgula (,), ponto e vírgula (;), ponto de interrogação (?) e de exclamação (!). As vírgulas são usadas com mais frequência, principalmente para separar orações. No português europeu, as aspas padrão são «...», mas “...” também aparecem em contextos informais ou digitais.

Informações extras ou explicativas podem aparecer entre vírgulas, travessões ou parênteses.

O português usa estruturas cleft para dar ênfase a um elemento específico da frase, destacando ou contrastando ideias.

O português diferencia voz ativa (o sujeito faz a ação) e voz passiva (o sujeito recebe a ação). A voz passiva aparece mais em textos formais, enquanto a ativa é preferida na fala do dia a dia.

No português, os tempos verbais mostram quando uma ação acontece e como ela se desenvolve no tempo. Os verbos mudam de final para indicar tempo, aspecto, modo e pessoa, ajudando você a descrever ações claramente no passado, presente ou futuro. Como o português é uma língua muito flexionada, a conjugação verbal é fundamental na comunicação.

Os verbos em português têm formas nominais que não estão ligadas a um sujeito específico: o infinitivo, o gerúndio (ação em andamento) e o particípio passado (usado em tempos compostos e voz passiva). O português europeu também usa bastante o infinitivo pessoal, uma forma única que concorda com o sujeito, ex: para eu fazer (para eu fazer).

Usado para descrever ações que acontecem agora, hábitos ou verdades gerais. Também pode indicar ações no futuro próximo quando o tempo está claro.

Descreve ações que eram contínuas, repetidas ou habituais no passado. Também serve para ambientar histórias.

Indica ações concluídas no passado. No português europeu, é mais comum que o composto, que é usado principalmente para ações contínuas ou repetidas.

Descreve uma ação que aconteceu antes de outra no passado. Pode aparecer na forma simples ou composta. A forma simples ainda é usada em contextos formais no português europeu, mas é rara no Brasil.

Expressa ações que vão acontecer ou probabilidades sobre o presente. Na fala, o futuro simples costuma ser substituído por ir + infinitivoVou estudar amanhã. (Vou estudar amanhã). No entanto, o português europeu ainda usa bastante o futuro simples, tanto na fala quanto na escrita formal.

Descreve uma ação que terá sido concluída antes de um momento futuro. Formado com ter/haver + particípio passado.

Expressa possibilidade, cortesia ou situações hipotéticas em português.

Usado para expressar dúvida, emoção, desejo ou incerteza. No português, aparece em vários tempos: presente do subjuntivo, imperfeito do subjuntivo e futuro do subjuntivo. O futuro do subjuntivo é especialmente comum no português europeu e é essencial para expressar condições ou incertezas.

Usado para dar ordens, instruções ou convites em português. No português europeu, o imperativo informal geralmente segue o presente do indicativo, enquanto o negativo usa o subjuntivo.

É importante entender as regras básicas da gramática do português, pois elas são a base de como o idioma funciona. Quando você entende essas regras, consegue montar frases corretas, expressivas e naturais.

O português depende de concordância, conjugação verbal e ordem das palavras. Pode parecer complicado no começo, mas sua estrutura segue padrões claros e lógicos que tornam a comunicação fácil e precisa depois que você pega o jeito.

Desafios comuns para quem aprende gramática do português incluem confusão de gênero, troca de tempos verbais e erros com preposições. Outro erro frequente é a concordância — esquecer de combinar adjetivos e verbos com seus sujeitos ou substantivos. Pequenos deslizes assim mudam o sentido, mas com prática regular, a precisão melhora rápido.

Na gramática do português, as palavras precisam concordar em gênero (masculino/feminino) e número (singular/plural). Essa regra traz equilíbrio e clareza às frases, sendo essencial para uma expressão fluente e natural.

O português tem muitas palavras parecidas que podem confundir. Aprender seus significados e contextos ajuda a evitar confusões comuns.

A formação do plural em português segue vários padrões, dependendo do final da palavra. Artigos e adjetivos sempre precisam concordar em número.

A ordem das palavras no português geralmente é Sujeito–Verbo–Objeto (SVO). Mas há flexibilidade para dar ênfase ou ritmo, principalmente na fala ou em textos poéticos. A conjugação verbal e o contexto deixam o sentido claro mesmo quando a ordem muda.

As frases em português são flexíveis, mas têm estrutura. Os verbos costumam "moldar" a frase em torno da ideia principal, com formas nominais (como infinitivo ou particípio) aparecendo perto do final. Advérbios e objetos geralmente ficam no meio, mantendo o ritmo e o fluxo natural.

A negação é simples e direta: basta colocar "não" antes do verbo. Outras formas incluem "nunca", "jamais" e "nada". No português europeu, duplas negativas como “não vi nada” são corretas e muito comuns.

As perguntas em português podem ser feitas de várias formas: usando entonação de pergunta, com palavras interrogativas como Quem?O que?Quando?, ou invertendo o sujeito e o verbo, o que é mais formal ou típico na escrita. No português europeu, a inversão é mais comum em contextos formais.

O português usa perguntas curtas de confirmação como: não é?né? ou tá? (formas informais e faladas).

Os verbos em português transmitem ações por meio do modo e da voz. Os três principais modos são indicativo, subjuntivo e imperativo. Além disso, a voz passiva mostra que o sujeito recebe a ação.

O modo subjuntivo em português é usado para situações hipotéticas ou incertas e inclui três tempos: presente, imperfeito e futuro.

No português, o sujeito simples tem só um substantivo ou pronome, enquanto o composto tem dois ou mais ligados por e ou ou. O verbo sempre precisa concordar com todo o sujeito.

O objeto direto recebe a ação diretamente, enquanto o indireto mostra para quem ou para quê algo é feito. Pronomes podem substituir esses objetos, como em Comprei-o (Comprei) e Dei-lhe o livro (Dei o livro para ele).

O português tem muitos verbos irregulares que mudam o radical ou as terminações nos tempos verbais. Como são usados com frequência, dominar essas formas é essencial para a fluência.

A pontuação em português ajuda a dar clareza e ritmo ao texto. As vírgulas separam frases e orações, enquanto pontos e ponto e vírgula marcam finais ou pausas. As aspas variam conforme a região: «...» (padrão europeu) ou “...”. Diferente do inglês, o português usa vírgula para decimais (ex: 7,5 euros) e sinais como ! e ? são escritos sem espaço antes.

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Perguntas frequentes

Posso aprender gramática do português mesmo sendo totalmente iniciante?

Com certeza! Você começa pelos tópicos mais simples — como estrutura de frases e pronomes — e vai avançando para tempos verbais, modos e expressões. Tudo é explicado de forma clara e amigável, tornando a gramática básica do português acessível e divertida desde o primeiro dia.

A Promova ensina gramática do português do Brasil ou de Portugal?

A Promova foca na gramática e no uso do português europeu, ajudando você a entender o idioma como é falado em Portugal. Você também encontra explicações claras sobre as diferenças entre a gramática do português europeu e do português brasileiro — assim, fica fácil reconhecer as duas variedades.

Quais são as melhores lições de gramática do português online?

A Promova oferece ótimas lições de gramática do português que unem estrutura e exemplos do dia a dia. Você pratica gramática do português com vocabulário, diálogos e quizzes curtos que mostram como usar o português europeu naturalmente na conversa.

Vou demorar muito para usar a gramática do português com fluência?

Depende dos seus objetivos e da frequência dos estudos. A maioria das pessoas começa a usar a gramática do português com conforto em 3 a 6 meses de prática regular. O aprendizado adaptativo e os desafios diários da Promova tornam o processo envolvente, ajudando você a passar das regras para o uso automático na fala.

A gramática do português é mais difícil que a do inglês?

No começo, a gramática do português pode parecer mais complexa por causa das conjugações, gêneros e acentos, mas quando você entende a estrutura, tudo fica muito lógico. A Promova explica cada regra de forma simples e com exemplos, para você aprender de forma natural e confiante.